Somos arquitetos de nossa própria estrada e seremos conhecidos pela influência que projetamos naqueles que nos cercam.

ÁGUA RECURSO VALIOSO


Água este elemento tão precioso para a manutenção da vida no planeta passou a ter um valor alto no comércio internacional, isto porque em alguns países a captação de água per capita vem diminuindo, ela já não está mais disponível em suas fontes de origem por causa de questões ambientais. Mas a água ainda está presente em ambudância no mundo porém nem toda a vazão de água doce pode ser utilizada. Veja o fime a seguir e entenda porque! (Fonte: livro Limites do Crescimento - a atualização de 30 anos).

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EDUCAÇÃO - GESTÃO DO MEIO AMBIENTE

No dia 25/07 foi encerrado o módulo de Gestão do Meio Ambiente ministrado pelo Prof. Me. Sidney Santana no curso Seqüencial de Formação Complementar da Faculdade de Itanhaém (FAITA) que teve por objetivo conscientizar o corpo discente sobre o efeito gerado pela demanda do crescimento industrial mundial e o tamanho da pegada ecológica exigida pela população dos países ricos e em desenvolvimento. O estágio atual das fontes renováveis e não renováveis, o desvio da produção de alimentos de seu objetivo fim, o declínio das florestas e do ecossistema, o avanço do consumo mundial de energia e as alternativas para a sustentabilidade, a poluição, os resíduos e o aquecimento global foram pontos tratados na primeira etapa do módulo. O segundo estágio do curso teve por propósito esclarecer o que são aspectos e impactos ambientais em uma atividade produtiva de uma empresa e a legislação envolvida, o aprendizado foi ampliado com o uso de diagnósticos, plano de gestão e avaliação ambiental, ao final do módulo os alunos demonstraram seu aprendizado expondo trabalhos durante um seminário.

VÍDEO WWF Brasil - Pense de Novo

Soluções para conter o aquecimento global na área de energia e novas tecnologias é o tema do último vídeo da trilogia Pense de Novo do WWF-Brasil. No mundo, o setor de energia é responsável por 37% de todas as emissões de gás carbônico, o que representa 23 bilhões de toneladas de CO2 lançadas por ano na atmosfera, ou seja, mais de 700 toneladas por segundo. Esse percentual coloca o setor de energia em primeiro lugar como emissor de gases de efeito estufa. Por enquanto, a matriz energética brasileira é considerada uma das mais limpas do planeta. Atualmente, 75% da energia elétrica gerada no país vêm de hidrelétricas. Entretanto, as termelétricas movidas a gás e petróleo têm ganhado espaço nos recentes leilões nacionais de energia. Se o Brasil optar por seguir o modelo energético das nações industrializadas, consideradas mais poluente, o país contribuirá para agravar para os problemas relacionados às mudanças climáticas na Terra. Veja na matéria abaixo o que os países integrantes do G8 estão fazendo para reduzir a emissão de gas para a atmosfera.

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O G8 e a redução de gases na atmosfera

Tenho observado na internet que há um movimento vertiginoso referente a programas e ações de sustentabilidade para o meio ambiente com uma chamada especial para os países membros do G8 que já cumpriram suas metas do Protocolo de Kyoto em relação a redução da emissão de gases que provocam o efeito estufa, responsável pelo aquecimento global. Infelizmente viajei em meus devaneios quando vislumbrei um cenário totalmente diferente do atual, há muita conversa e pouca disposição para reverter o estado atual de degradação ambiental do planeta, o instituto WWF - Brasil divulgou o relatório "G8 Climate Scorecards 2009", publicando os resultados dos esforços de cada país membro do G8 (Canadá, EUA, Rússia, Japão, Itália, França, Reino Unido e Alemanha) no cumprimento do protocolo de Kyoto, além destes países o relatório também divulga as ações dos 5 emergentes (Brasil. China, Índia, México e África do Sul) que não tem metas a cumprir.
Os fatos apontados no relatório nos remetem a uma cena de filmes de ficção do tipo Mad Max ou pelo menos estamos caminhando para tal condição, os países integrantes do G8 deveriam ter reduzido suas emissões de gases para atmosfera em tor
no de 5,2% em relaçã
o aos níveis de 1999 no período entre 2008 a 2012, porém há variações nos resultados obtidos, alguns investindo pesadamente em legislação e ações e outros acreditando em mudanças voluntárias dentro do país. Com base no relatório criei alguns gráficos enumerando os países desenvolvidos e emergentes de acordo com o rank de CO2 emitido para a atmosfera, como projeção para 2010. A China e EUA são responsáveis por 60% dos gases emitidos entre os 13 países, impressionante este número! O relatório emitido pelo WWF aponta no grupo do G8 os EUA como o sétimo país mais atrasado no cumprimento do protocolo de Kyoto. A China não ficou em último lugar porque não faz parte do grupo de países mais desenvolvidos, mas está aí a sua contribuição.
Entre as ações que estes países estão adotando ou deveriam adotar para reduzir a emissão de CO2, algumas delas são citadas a seguir: a Alemanha é um bom exemplo, já que se tornou o primeiro país a cumprir sua meta de redução de emissão de gases, podemos destacar sua participação efetiva no comércio de emissões de gases por meio de programas de c
rédito para investimento em pequenas e médias empresas na busca da eficiência energética, na indústria automobilística exigência da redução de emissão de gases nos novos veículos, etiquetas de eficiência energética, no setor doméstico financiamento para a construção de edificações com normas ambientais, etc... Dentre os países poluidores no grupo do G8 o Canadá é aquele que menos tem feito para minimizar os efeitos do aquecimento global.
O Brasil merece um parágrafo especial, ocupando o sexto lugar no gráfico acima ele é apontado entre os países emergentes como um dos que vem adotando várias medidas para a redução do CO2 na atmosfera, apesar de sabermos o quanto a queimada da floresta tropical amazônica contribui para emissão deste gás, dentre as medidas apontadas podemos citar no segmento de eletricidade o PROCEL - Programa Nacional de Conservação de Energia, em andamento vários projetos de usinas hidrelétricas, importação de gás natural e em centrais de cogeração, planejamento para elevar o percentual de energias renováveis, já para o segmento da indústria o estabelecimento de
normas de desempenho energético e motores elétricos, programa de racionalização do óleo, gás e seus derivados, no segmento doméstico se destaca a rotulagem informando a eficiência energética dos eletrodomésticos, incentivo para instalações com energia solar, os fabricantes de veículos também dispõe de incentivos fiscais na fabricação de motores eficientes no tocante as energias não renováveis são citados o Proálcool, como um substitutivo a gasolina, o PROINFA um programa da Eletrobrás que tem como objetivo a diversificação da matriz energética brasileira buscando ampliar o uso de energias eólica, fotovoltaica e biomassa. Se você desejar obter uma opinião complementar sobre algum outro país, registre seu comentário em nosso blog "Planeta Terra Nosso Lar".


Prof. Me. Sidney Santana

Sequestro de Carbono, bom ou mal negócio?

Você já deve ter ouvido falar sobre o seqüestro de carbono, porém uma das formas como esse processo ocorre foi apresentado na 61° Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), pelo professor do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP) Luiz Gylvan Meira. Segundo o professor o custo para retirar 1 tonelada de CO₂ da atmosfera com os meios já conhecidos, reflorestamento, despejo de ferro no mar, são necessários em média R$ 140, quase o dobro do valor pago no mercado de carbono, Ou seja, como o custo é maior que o lucro que pode ser obtido com a venda dos créditos de carbono, o sequestro ainda não é um negócio lucrativo do ponto de vista econômico.

Portanto me parece que há muita conversa sobre este assunto, porém quando se trata de tirar o dinheiro do caixa das empresas, fala mais alto os interesses de preservar o capital do que colocar em projetos onde ainda não estão claras as vantagens do investimento, mesmo que seja para garantir a qualidade de vida da espécie humana no futuro. Como não estamos vivendo em dois mundos diferentes, também é fato que os empresários e seus sucessores familiares estão na lista dos que serão afetados pelos efeito da crescente elevação da temperatura do planeta.

Planeta Terra o lar de todos nós.

Já se passaram 19744 dias desde o primeiro dia que desembarquei neste grande planeta azul e verde, acredito que aproximadamente 2/3 de minha expectativa de permanência por aqui, percebo que "nem é tão tarde e nem tão cedo" para rever os paradígmas que ao longo da jornada estiveram presentes e não obrigatóriamente os julgava como relevantes, graças a diversidade para outros assim o eram. Refiro-me aos paradígmas da humanidade, eles apontam como cada ser deveria ter conduzido suas ações, e como as conduziu apoiado no que acreditou ser verdadeiro e essencial em cada momento vivenciado.
De forma singular me apresento ao mundo como produto de um comportamento obtido em 1.184.640 minutos de paradígmas os quais tive a oportunidade de presenciar sobre a tutela do relógio do tempo. Onde está a importância destes números dispostos em dias e minutos? Talvez sejam irrelevantes, mas o fato é que não é possível mover o ponteiro do relógio para traz e alterar ações passadas quando hoje percebo que muitos dos efeitos registrados em minha consciência não deveriam existir. Mas de que valia ter um momento na vida se não houvesse a exposição para o aprendizado? Certo ou errado, bem ou mal, são percepções impostas por um padrão social mas que nem por isso servem como parâmetros de julgamento para pesar na balança da verdade aquilo que fiz ou deveria ter feito, já que sou uma evolução do meio no qual estou inserido.

Os 6.600.000.000 de seres humanos sobre o planeta são como grãos de areia, se movendo sobre a égide dos paradígmas para justificar temporalmente a essência de seus atos. Nosso lar o planeta Terra é onde passamos nossos muitos dias e minutos no exercício dos inumeráveis paradígmas, o ser humano como produto do meio em que está, se mostra para o mundo com o que realmente tem para oferecer, nem mais nem menos, assim a mão deveria estar voltada para retirar outros do estado de miséria e pobreza que se espalha pelos cantos do mundo, nas palavras expressada pela boca deveria haver harmonia e sabedoria que conduzissem ao equilíbrio e geração de nações ricas e prosperas, as doenças e a fome mundial deveriam ser extirpadas pelo esforço conjunto e abnegado de ricos e pobres para eliminar estes flagelos da humanidade. Não haverá outro estado de existência sem que se abra mão do estado de complacência atual, por mais inocentes que julguemos estamos vendo o efeito de nossos atos sobre o planeta e a cada dia se somam aos de muitos outros, são vários overshoot se sucedendo.

Nosso lar, o planeta Terra não foi criado apenas para atender nossas necessidades durante o estado de permanência nele, seu propósito está muito além de uma pífia capacidade de compreensão, ainda há tempo para rever as atitudes pessoais em prol do bem estar coletivo. As vezes um pequeno gesto pode fazer uma grande diferença, dar espontaneamente um prato quente de comida a quem está em uma noite frio sobre o abrigo da marquize de um prédio ou doar um agasalho limpinho e cheiroso que está em seu guarda-roupa e já perdeu a utulidade. Nunca poderemos compreender o que outros passam se não vivenciarmos também, e a melhor forma de aprender é estando ao lado de quem precisa de algo que você tem para dar. Quem sabe estamos contribuindo para colocar uma fagulha de esperança no coração de quem já a perdeu ou nem sabe mais qual é o seu papel no Planeta Terra e esta ação se reflita em um efeito que conte a favor da retomada de seu propósito inicial.

Gostaria muito que o planeta Terra, meu lar e de muitos outros, fosse uma fonte de prosperidade para todos, ele até é, mas somente poucos sabem que a prosperidade não é um momento, ela é construída a cada dia, a cada minuto em cada ação, este é o nosso paradígma de cada dia, somente quem estiver convecido de que este é lugar para ser feliz será capaz de trabalhar para torná-lo cada vez melhor. Que "Deus" nos dê sabedoria para compreedermos os nossos limites atuais, compaixão para nos apiedarmos daqueles que ignoram sua real missão e vivem na obscuracidade de atos espúrios e principalmente força interior de espirito para demonstrar-mos ser dignos de viver no Planeta Terra, nosso lar.

Prof. Sidney E. Santana
Animação produzida pela WWF - Brasil (Money)

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Animação produzida pela WWF - Brasil (Pense de novo)

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Animação produzida pela WWF - Brasil (Mundo)

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